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terça-feira, 8 de outubro de 2013

CALUNGA - Existe um plano Divino para você (+playlist)

Chico Xavier -AMOR

Conselhos Fraternais de Emmanuel - Chico Xavier

Mensagem de Chico Xavier, psicografia do médium Wagner Gomes da Paixão n...

Mensagem mediúnica com Paula Zamp no 2º Encontro de Amigos de Chico Xavi...

CARIDADE - Chico Xavier.MP4

QUANDO DEIXAMOS DE SER CRIANÇA?

Todos nascemos bebês, passamos pela fase da infância, alcançamos a juventude e amadurecemos, no contar dos anos.
O que é inusitado no processo é que, apesar de termos tido as mesmas experiências da inocência infantil, da ignorância de tantas coisas, ao nos tornarmos adultos, é como se esquecêssemos do que fizemos, do que éramos.
É de nos perguntarmos: quando foi que deixamos de ser crianças? Quando foi que assumimos o papel do adulto de carantonha, parecendo zangado com o mundo?
Quando foi que deixamos de apreciar algumas coisas simples, mas que nos davam tanto prazer?
Lembramos que, em dias chuvosos, fazíamos questão de andar pelas sarjetas inundadas, para sentir a água da chuva subindo além dos tornozelos.
E, ainda, tínhamos o capricho de ir chutando, para vê-la erguer-se, ofendida, e depois cair sobre nossos pés.
Fazíamos isso, a caminho da escola, sem nos importarmos em ficarmos com o uniforme molhado, na sala de aula. Valia o prazer da aventura.
E, era bom enfrentar no retorno ao lar, as ruas enlameadas, onde nos permitíamos ir deslizando, deslizando, não raro caindo.
Tudo era risos, divertindo-nos uns com os outros. Sabíamos que uma bela bronca nos aguardava ao chegar em casa. Mas, o importante era a diversão.
Coisas simples, de meninos do Interior, de anos passados.
Quando foi que esquecemos disso?
Quando foi que esquecemos de como era fácil, sem dinheiro algum, nos divertirmos?
Apostar corrida da casa ao armazém, com os irmãos. Apostar quem chegaria primeiro, quem conseguiria levar mais sacolas na sua bicicleta.
Bolinha de gude, coleção de figurinhas. A reunião com a turma antes do cinema do domingo, para trocar as figurinhas duplas, para se conseguir aquela bolinha de gude especial, colorida, bem lisinha, que o nosso amigo possuía.
E aguardávamos o dia certo do gibi chegar na banca. Quem tivesse dinheiro, comprava e lia com os amigos. Era importante porque algumas histórias eram divididas em episódios.
Não se poderia perder a continuação. Aprendíamos a emprestar, a dividir.
Por que será que agora, maduros, esquecemos de como é bom compartilhar, ceder?
Que o bom é ter amigos, muitos amigos para rir de coisas boas, para conversar do que se fez, da tolice que cometemos, sobre o negócio que não vai muito bem.
Quando foi que deixamos de ser crianças e começamos a guardar tudo para nós: o bom que vivemos, o mal que nos alcança?
Quando foi que esquecemos que fomos crianças?
*   *   *
Todos os dias, a vida nos brinda com suas surpresas. A natureza nos oferece o sol, o vento, o perfume das flores.
Também a chuva, o frio, a neve.
Alimentemos a criança que dormita em nós e utilizemos, ao menos uma parte do nosso dia, para as coisas importantes: admirar o nascer do sol, uma flor, dia a dia, desabrochando, abrindo a sua corola, pétala a pétala.
Os pássaros em algazarra nas árvores, o gato que se espreguiça ao sol, ainda sonolento.
A borboleta que visita nosso jardim, o beija-flor em seu voo ligeiro, recolhendo o néctar das flores.
Comecemos hoje a despertar a nossa criança, e verificaremos como seremos muito mais felizes, mesmo que as tarefas sejam muitas, que a conta bancária esteja quase no vermelho, que a enfermidade nos abrace.
Retornemos a sentir prazer nas coisas simples, nas coisas grandiosas com que Deus nos brinda a cada dia.

Redação do Momento Espírita.
 

É DANDO QUE SE RECEBE

A visão filosófica de Francisco de Assis é profundamente importante, permitindo-nos a compreensão maior do modo como ele viveu pelos caminhos do mundo.
O missionário incomparável lançou mão de instrumentos de vida muito especiais, como as coisas simples de seu tempo.
A percepção íntima de que, em última análise, ninguém é possuidor de coisa alguma no mundo das formas físicas, levou-o a continuadas renúncias e a uma viagem fundamental para dentro de si.
No íntimo de seu ser, encontrava a orientação segura de Jesus a propor que procurasse conquistar a si mesmo, pois aí estaria a riqueza verdadeira, a que não pode ser usurpada por nenhum gatuno, que nenhuma traça pode corroer e que não é consumida pela oxidação.
Entendia isso e percebia como são fugazes os haveres materiais. Como são perecíveis. Como são temporais. Tudo é extremamente vulnerável à ação indomável do tempo.
O pobrezinho de Assis nos clareia os caminhos, mostrando que devemos buscar sempre, em primeiro lugar, valores que pulsem no meio dessa atemporalidade.
O que pertence à alma é aquilo que essa alma pode conduzir consigo, onde quer que vá, onde quer que esteja.
Os únicos valores passíveis de impregnar a alma, tornando-se sua parte constitutiva, como brilho, cor, realidade, decorrem da frequência intensa, desenvolvida através do comportamento individual.
Na conclusão filosófica do jovem de Assis, é dando que se recebe, não registramos nenhuma referência a qualquer coisa material, mas às doações da alma.
É assim que, pelas leis da sintonia, da reciprocidade, ou de causa e efeito, concluiu que o que parte de nós é, de fato, o que a nós retorna.
A sementeira é sempre livre, mas a colheita é obrigatória.
Na figura apresentada por Jesus, o que se oferece ao solo, o solo devolve, ampliado, renovado, sejam aromas de flores, sejam espinhos.
*   *   *
Semeemos simpatia, e a teremos de volta. Espalhemos farpas e as veremos de retorno.
Distribuamos esperança e nos veremos esperançados. Semeemos agonia, e poderemos contar com a ação do desespero, logo mais.
Ofertemos nosso tempo precioso para atender ao próximo, e veremos que as preocupações do nosso próprio coração também estarão sendo atendidas.
Doemos nosso sorriso ao mundo e o mundo, dentro de nós, sorrirá satisfeito.
Perdoemos aquele familiar que falhou conosco mais uma vez, e perceberemos que, quando nós errarmos, encontraremos mais facilmente o autoperdão.
Semeemos a paz, o otimismo, em meio ao negativismo viciante dos dias atuais, e colheremos tranquilidade em meio ao caos, silêncio em meio à balbúrdia ensurdecedora.
É dando que se recebe. É dando-nos, doando-nos que receberemos a recompensa da consciência pacificada, cumpridora de todos os deveres para com Deus, o próximo e a nós mesmos.
Amemos e nos estaremos amando. Perdoemos e estaremos nos perdoando. Doemos e já estaremos recebendo.
Experimentemos a doce exortação de Francisco de Assis e nos sintamos em paz, desde agora.

Redação do Momento Espírita, com base no cap.20
do livro
A carta magna da paz, pelo Espírito Camilo,
psicografia de Raul Teixeira, ed. Fráter.

terça-feira, 1 de outubro de 2013

CARDS DE REFLEXÃO

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ATITUDE MENTAL NA VIDA DIÁRIA


O professor José Herculano Pires elaborou um interessante roteiro para que nos conduzamos, no dia-a-dia, de uma forma equilibrada:

1. Ao acordar, diga a si mesmo: Deus me concede mais um dia de experiências e aprendizado. É fazendo que se aprende. Vou aproveitá-lo. (Repita isso várias vezes, procurando manter essas palavras na memória.)

2. Ligue-se a pensamentos bons e alegres. Repila as más idéias. Compreenda que você nasceu para ser bom e normal. As más idéias e as más tendências existem para você vencê-las, nunca para se entregar.

3. Mude a maneira de encarar os semelhantes. Na essência somos todos iguais. Se alguém está irritado, não entre em sua irritação. Trate-o com bondade. Ajude-o que também será ajudado.

4. Vigie seus sentimentos, pensamentos e palavras nas relações com os outros. O que damos recebemos de volta.

5. Não se considere vítima. Você pode estar sendo o algoz sem perceber. Pense nisso constantemente para melhorar suas relações com os outros. Viver é permutar. Examine o que você troca com os outros.

6. Ao sentir-se abatido, não entre nesse astral. É difícil sair dele. Lembre-se de que seus males são passageiros, mas se você os alimentar eles durarão. É você que sustenta seus males. Cuidado com isso!

7. Freqüente a instituição com que se sintoniza. Não fique pulando de uma para outra. Quem não tem constância nada consegue.

8. Se você ouve vozes, não dê atenção. Reflita simplesmente: Não tenho tempo a perder.

9. Se você tem visões, sente toques ou arrepios, não dê atenção, nem se assuste com esses efeitos físicos. Leia diariamente, de manhã e à noite, ao deitar-se, um trecho de “O Evangelho segundo o Espiritismo” e medite sobre o que leu. Abra o livro ao acaso. Neutralize influências negativas com o poder de sua vontade.

10. Reformule o conceito de si mesmo. Você não é um pobrezinho abandonado no mundo. Os próprios vermes são protegidos por leis naturais. Estabeleça pouco a pouco o controle de si mesmo, com paciência e confiança. Você não depende dos outros. Depende de sua mente. Mantenha-a arejada.

REFLEXÃO


NÃO SE AGARRE À DOR E AOS PROBLEMAS COMO UM PRETEXTO PARA SOFRER.
USE-OS PARA APRENDER E CRESCER EM ESPIRITUALIDADE.
O CRESCIMENTO ESPIRITUAL É CONSEQUÊNCIA DO USO EQUILIBRADO DO PRÓPRIO CORPO FÍSICO, DE TUDO QUE NOS PROPORCIONA PRAZER E DA BUSCA DA PRÓPRIA IDENTIDADE ESPIRITUAL.
NINGUÉM CRESCE SÓ ORANDO.

SÚPLICA

 

Pai! Pai Celestial e Poderoso!
sobre este mundo, ingrato e criminoso,
estende a Tua mão bondosa, pura;
lança um olhar de amor e de ternura
ao que carrega a cruz do Sofrimento
e que, no olvido, chora o seu tormento
sem que, no entanto, deixe de te amar,
muitas vezes sem pão no humilde lar!

Perdão! perdão aos vis e indiferentes,
aos incrédulos, cegos ou descrentes
que te negam, e àqueles que te adoram
e que, por eles, tanto gemem, choram!
Perdoa, Pai! a louca mocidade
que só se entrega aos vícios e à Vaidade,
sem um olhar, sequer, a ti volver;
sem se lembrar -- um dia há de jazer
disforme, horrível, sob a laje fria...

Que será desta Humanidade um dia?!
Perdão! perdão, meu Deus, eu peço agora!
eu, pobre bardo, que pequei outrora
e que, no Espaço, ainda sofro! Oh Deus!
ouve esta súplica, estes versos meus;
ouve este bardo que, a teus pés contrito,
perdão aos homens a ti roga aflito.

Chora comigo, ó pobre Humanidade!
E que esse pranto lave essa maldade
que te prende cativa ao lodo, à lama;
seja o Remorso uma dourada chama
que te arranque da vil escravidão
e eleve a Deus, à Regeneração!

Rimas do Além Túmulo
Versos Mediúnicos de Guerra Junqueiro
Grupo Espírita Roustaing - Belém do Pará 1929

O ÓDIO E O PERDÃO

Quando sentimos ódio de algo ou alguém, traçamos para nós
um caminho de atropelos e muita negatividade,
porque respiramos este sentimento de forma intensa
e inalamos a angustia, o rancor, a inimizade, a antipatia e a raiva.
Desta forma destruímos nossos objetivos de vida
e nos voltamos contra nós mesmos e não contra o que nos fez algum mal,
porque os maiores prejudicados sempre somos nós mesmos,
nos afastamos dos bons sentimentos para dar asas ao ódio
e ele começa então a comandar tudo em nossa vida,
perdemos o ponto de parar e refletir, não enxergamos
nada além do ódio em nossa frente.
Com o ódio somos capazes de destruir o que levamos muito tempo
para ser construído, basta apenas um comando do nosso pensamento
e lá estamos nós estacionados e a mercê desse sentimento
tão pequeno mais com um poder enorme de destruição.
Procure não alimentar o ódio em seu coração, não pense no mal,
pense no que pode fazer de bom e no que pode levar você adiante.
Se algo ou alguém te ferir profundamente, não se revolte,
não se deixe adoecer pelo ódio, permita-se perdoar
quantas vezes forem necessárias, porque somente o perdão
poderá ajudar a melhorar esse sentimento em você.
Busque no Amor, a sua paz interior, procure bons pensamentos
e principalmente procure Jesus como seu amigo.
Jesus nos deixou o Amor como objetivo de evolução e não o ódio.
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A MALEDICÊNCIA E A PALAVRA


 
A palavra é uma forma de comunicação muito valiosa, através dela
podemos expor nossos sentimentos e pensamentos, mas muitas vezes
a utilizamos de forma indevida para acusar ou julgar o nosso semelhante,
sendo que deveríamos utilizá-la com vibrações coerentes com a verdade
e sempre buscando o bem.
Quando colocamos as palavras em nossa boca, somos responsáveis
pelo que estamos transmitindo, e uma vez dito temos
que arcar com as conseqüências.
Temos que ter muito cuidado quando nos enveredamos em conversas
a criticar o outro, porque poderemos ser criticados também.
Devemos tomar muito cuidado com os chamados “papos-furados”
só para passar o tempo, muitas vezes algo que pensamos
não fazer nenhum mal, nos coloca na teia da maledicência e nem percebemos.
Procuremos sempre conversas que nos tragam o aprendizado
e o nosso crescimento moral, busquemos boas vibrações
em nossas palavras, agindo assim teremos mais paz em nossa
consciência e melhor ainda, não estaremos jogando
conversa fora com o que não nos faz bem.
 
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CALMA DIANTE DAS SITUAÇÕES MAIS DIFÍCEIS


 

 


Muitas vezes nos deparamos com situações,
onde pela ausência da calma e da paciência
podemos causar ou agravar problemas de difícil reparação.
Qualquer que seja o momento difícil por que
estejamos passando, procuremos manter a calma,
pois somente assim teremos o controle da situação.
A calma nos dá o tempo necessário para raciocinarmos
e tomarmos a resolução mais sábia
e adequada diante de uma adversidade ou contratempo.
A calma é filha da sabedoria, por isso,
cultivemos em nós essa virtude, pois desse modo
poderemos evitar muitos aborrecimentos
e agravamento de situações já complicadas.
Ter calma é confiar na Providência Divina,
que não nos desampara jamais.
Confiemos, agindo pelo bem,
pois Jesus está ao nosso lado sempre!!!

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O HÁBITO DA QUEIXA

 


As queixas das adversidades da vida tornam-se um hábito quando os problemas
são vivenciados como se fossem os piores e únicos.
Quando o tratamento dos problemas é desviado para a queixa, nos tornamos
criaturas pessimistas e vivenciamos queixas e mais queixas formando em
nossa volta fluídos de negatividade nos tornando tristes,
angustiados e sem coragem para reagir.
A queixa nos faz descrentes da providencia divina e nos encaminha ao
desalento tornando-nos pessoas solitárias porque o mundo parece estar
contra nós, mas nos enganamos pensando assim, pois nós é que nos tornamos
nossos maiores adversários, estamos sempre na defensiva achando que nossas
dificuldades são maiores do que realmente são.
Não façamos da vida uma queixa sem fim, sejamos otimistas porque o hábito
da queixa nos afasta de Deus e da confiança que Ele sempre nos dá
para superarmos nossas dificuldades.
Antes de fazermos qualquer comentário negativo sobre a nossa vida,
devemos refletir muito a respeito, porque no momento em que nos colocarmos
a disposição da queixa afastamos de nós a força e a coragem para seguirmos
em frente, nos tornamos vítimas de nós mesmos.
Lembremos que se fizermos da nossa existência uma escola da queixa
estaremos negando a Deus a caminhada para a evolução.
Nos momentos difíceis façamos o exercício da prece elevando o pensamento
ao alto e confiemos na ajuda superior.
  FONTE:http://www.gotasdepaz.com.br/mensagem/2496/o-habito-da-queixa.html