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terça-feira, 31 de dezembro de 2013

A VIDA

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REFLEXÃO

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O SILÊNCIO

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INQUIETAÇÕES

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OS FRACOS

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QUEM MUITO CONDENA

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NAS LUTAS HABITUAIS

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A IMPOSIÇÃO

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AGRADECER SEMPRE

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QUEM É DA LUZ

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ESTAMOS NO PRESENTE

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RECE DE CÁRITAS

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SAUDADE

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SALMO

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VOCÊ TEM NOÇÃO?

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MUITA DAS VEZES

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EU SOU ESPÍRITA

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QUANDO PRATICO O BEM

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terça-feira, 8 de outubro de 2013

CALUNGA - Existe um plano Divino para você (+playlist)

Chico Xavier -AMOR

Conselhos Fraternais de Emmanuel - Chico Xavier

Mensagem de Chico Xavier, psicografia do médium Wagner Gomes da Paixão n...

Mensagem mediúnica com Paula Zamp no 2º Encontro de Amigos de Chico Xavi...

CARIDADE - Chico Xavier.MP4

QUANDO DEIXAMOS DE SER CRIANÇA?

Todos nascemos bebês, passamos pela fase da infância, alcançamos a juventude e amadurecemos, no contar dos anos.
O que é inusitado no processo é que, apesar de termos tido as mesmas experiências da inocência infantil, da ignorância de tantas coisas, ao nos tornarmos adultos, é como se esquecêssemos do que fizemos, do que éramos.
É de nos perguntarmos: quando foi que deixamos de ser crianças? Quando foi que assumimos o papel do adulto de carantonha, parecendo zangado com o mundo?
Quando foi que deixamos de apreciar algumas coisas simples, mas que nos davam tanto prazer?
Lembramos que, em dias chuvosos, fazíamos questão de andar pelas sarjetas inundadas, para sentir a água da chuva subindo além dos tornozelos.
E, ainda, tínhamos o capricho de ir chutando, para vê-la erguer-se, ofendida, e depois cair sobre nossos pés.
Fazíamos isso, a caminho da escola, sem nos importarmos em ficarmos com o uniforme molhado, na sala de aula. Valia o prazer da aventura.
E, era bom enfrentar no retorno ao lar, as ruas enlameadas, onde nos permitíamos ir deslizando, deslizando, não raro caindo.
Tudo era risos, divertindo-nos uns com os outros. Sabíamos que uma bela bronca nos aguardava ao chegar em casa. Mas, o importante era a diversão.
Coisas simples, de meninos do Interior, de anos passados.
Quando foi que esquecemos disso?
Quando foi que esquecemos de como era fácil, sem dinheiro algum, nos divertirmos?
Apostar corrida da casa ao armazém, com os irmãos. Apostar quem chegaria primeiro, quem conseguiria levar mais sacolas na sua bicicleta.
Bolinha de gude, coleção de figurinhas. A reunião com a turma antes do cinema do domingo, para trocar as figurinhas duplas, para se conseguir aquela bolinha de gude especial, colorida, bem lisinha, que o nosso amigo possuía.
E aguardávamos o dia certo do gibi chegar na banca. Quem tivesse dinheiro, comprava e lia com os amigos. Era importante porque algumas histórias eram divididas em episódios.
Não se poderia perder a continuação. Aprendíamos a emprestar, a dividir.
Por que será que agora, maduros, esquecemos de como é bom compartilhar, ceder?
Que o bom é ter amigos, muitos amigos para rir de coisas boas, para conversar do que se fez, da tolice que cometemos, sobre o negócio que não vai muito bem.
Quando foi que deixamos de ser crianças e começamos a guardar tudo para nós: o bom que vivemos, o mal que nos alcança?
Quando foi que esquecemos que fomos crianças?
*   *   *
Todos os dias, a vida nos brinda com suas surpresas. A natureza nos oferece o sol, o vento, o perfume das flores.
Também a chuva, o frio, a neve.
Alimentemos a criança que dormita em nós e utilizemos, ao menos uma parte do nosso dia, para as coisas importantes: admirar o nascer do sol, uma flor, dia a dia, desabrochando, abrindo a sua corola, pétala a pétala.
Os pássaros em algazarra nas árvores, o gato que se espreguiça ao sol, ainda sonolento.
A borboleta que visita nosso jardim, o beija-flor em seu voo ligeiro, recolhendo o néctar das flores.
Comecemos hoje a despertar a nossa criança, e verificaremos como seremos muito mais felizes, mesmo que as tarefas sejam muitas, que a conta bancária esteja quase no vermelho, que a enfermidade nos abrace.
Retornemos a sentir prazer nas coisas simples, nas coisas grandiosas com que Deus nos brinda a cada dia.

Redação do Momento Espírita.
 

É DANDO QUE SE RECEBE

A visão filosófica de Francisco de Assis é profundamente importante, permitindo-nos a compreensão maior do modo como ele viveu pelos caminhos do mundo.
O missionário incomparável lançou mão de instrumentos de vida muito especiais, como as coisas simples de seu tempo.
A percepção íntima de que, em última análise, ninguém é possuidor de coisa alguma no mundo das formas físicas, levou-o a continuadas renúncias e a uma viagem fundamental para dentro de si.
No íntimo de seu ser, encontrava a orientação segura de Jesus a propor que procurasse conquistar a si mesmo, pois aí estaria a riqueza verdadeira, a que não pode ser usurpada por nenhum gatuno, que nenhuma traça pode corroer e que não é consumida pela oxidação.
Entendia isso e percebia como são fugazes os haveres materiais. Como são perecíveis. Como são temporais. Tudo é extremamente vulnerável à ação indomável do tempo.
O pobrezinho de Assis nos clareia os caminhos, mostrando que devemos buscar sempre, em primeiro lugar, valores que pulsem no meio dessa atemporalidade.
O que pertence à alma é aquilo que essa alma pode conduzir consigo, onde quer que vá, onde quer que esteja.
Os únicos valores passíveis de impregnar a alma, tornando-se sua parte constitutiva, como brilho, cor, realidade, decorrem da frequência intensa, desenvolvida através do comportamento individual.
Na conclusão filosófica do jovem de Assis, é dando que se recebe, não registramos nenhuma referência a qualquer coisa material, mas às doações da alma.
É assim que, pelas leis da sintonia, da reciprocidade, ou de causa e efeito, concluiu que o que parte de nós é, de fato, o que a nós retorna.
A sementeira é sempre livre, mas a colheita é obrigatória.
Na figura apresentada por Jesus, o que se oferece ao solo, o solo devolve, ampliado, renovado, sejam aromas de flores, sejam espinhos.
*   *   *
Semeemos simpatia, e a teremos de volta. Espalhemos farpas e as veremos de retorno.
Distribuamos esperança e nos veremos esperançados. Semeemos agonia, e poderemos contar com a ação do desespero, logo mais.
Ofertemos nosso tempo precioso para atender ao próximo, e veremos que as preocupações do nosso próprio coração também estarão sendo atendidas.
Doemos nosso sorriso ao mundo e o mundo, dentro de nós, sorrirá satisfeito.
Perdoemos aquele familiar que falhou conosco mais uma vez, e perceberemos que, quando nós errarmos, encontraremos mais facilmente o autoperdão.
Semeemos a paz, o otimismo, em meio ao negativismo viciante dos dias atuais, e colheremos tranquilidade em meio ao caos, silêncio em meio à balbúrdia ensurdecedora.
É dando que se recebe. É dando-nos, doando-nos que receberemos a recompensa da consciência pacificada, cumpridora de todos os deveres para com Deus, o próximo e a nós mesmos.
Amemos e nos estaremos amando. Perdoemos e estaremos nos perdoando. Doemos e já estaremos recebendo.
Experimentemos a doce exortação de Francisco de Assis e nos sintamos em paz, desde agora.

Redação do Momento Espírita, com base no cap.20
do livro
A carta magna da paz, pelo Espírito Camilo,
psicografia de Raul Teixeira, ed. Fráter.

terça-feira, 1 de outubro de 2013

CARDS DE REFLEXÃO

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ATITUDE MENTAL NA VIDA DIÁRIA


O professor José Herculano Pires elaborou um interessante roteiro para que nos conduzamos, no dia-a-dia, de uma forma equilibrada:

1. Ao acordar, diga a si mesmo: Deus me concede mais um dia de experiências e aprendizado. É fazendo que se aprende. Vou aproveitá-lo. (Repita isso várias vezes, procurando manter essas palavras na memória.)

2. Ligue-se a pensamentos bons e alegres. Repila as más idéias. Compreenda que você nasceu para ser bom e normal. As más idéias e as más tendências existem para você vencê-las, nunca para se entregar.

3. Mude a maneira de encarar os semelhantes. Na essência somos todos iguais. Se alguém está irritado, não entre em sua irritação. Trate-o com bondade. Ajude-o que também será ajudado.

4. Vigie seus sentimentos, pensamentos e palavras nas relações com os outros. O que damos recebemos de volta.

5. Não se considere vítima. Você pode estar sendo o algoz sem perceber. Pense nisso constantemente para melhorar suas relações com os outros. Viver é permutar. Examine o que você troca com os outros.

6. Ao sentir-se abatido, não entre nesse astral. É difícil sair dele. Lembre-se de que seus males são passageiros, mas se você os alimentar eles durarão. É você que sustenta seus males. Cuidado com isso!

7. Freqüente a instituição com que se sintoniza. Não fique pulando de uma para outra. Quem não tem constância nada consegue.

8. Se você ouve vozes, não dê atenção. Reflita simplesmente: Não tenho tempo a perder.

9. Se você tem visões, sente toques ou arrepios, não dê atenção, nem se assuste com esses efeitos físicos. Leia diariamente, de manhã e à noite, ao deitar-se, um trecho de “O Evangelho segundo o Espiritismo” e medite sobre o que leu. Abra o livro ao acaso. Neutralize influências negativas com o poder de sua vontade.

10. Reformule o conceito de si mesmo. Você não é um pobrezinho abandonado no mundo. Os próprios vermes são protegidos por leis naturais. Estabeleça pouco a pouco o controle de si mesmo, com paciência e confiança. Você não depende dos outros. Depende de sua mente. Mantenha-a arejada.

REFLEXÃO


NÃO SE AGARRE À DOR E AOS PROBLEMAS COMO UM PRETEXTO PARA SOFRER.
USE-OS PARA APRENDER E CRESCER EM ESPIRITUALIDADE.
O CRESCIMENTO ESPIRITUAL É CONSEQUÊNCIA DO USO EQUILIBRADO DO PRÓPRIO CORPO FÍSICO, DE TUDO QUE NOS PROPORCIONA PRAZER E DA BUSCA DA PRÓPRIA IDENTIDADE ESPIRITUAL.
NINGUÉM CRESCE SÓ ORANDO.

SÚPLICA

 

Pai! Pai Celestial e Poderoso!
sobre este mundo, ingrato e criminoso,
estende a Tua mão bondosa, pura;
lança um olhar de amor e de ternura
ao que carrega a cruz do Sofrimento
e que, no olvido, chora o seu tormento
sem que, no entanto, deixe de te amar,
muitas vezes sem pão no humilde lar!

Perdão! perdão aos vis e indiferentes,
aos incrédulos, cegos ou descrentes
que te negam, e àqueles que te adoram
e que, por eles, tanto gemem, choram!
Perdoa, Pai! a louca mocidade
que só se entrega aos vícios e à Vaidade,
sem um olhar, sequer, a ti volver;
sem se lembrar -- um dia há de jazer
disforme, horrível, sob a laje fria...

Que será desta Humanidade um dia?!
Perdão! perdão, meu Deus, eu peço agora!
eu, pobre bardo, que pequei outrora
e que, no Espaço, ainda sofro! Oh Deus!
ouve esta súplica, estes versos meus;
ouve este bardo que, a teus pés contrito,
perdão aos homens a ti roga aflito.

Chora comigo, ó pobre Humanidade!
E que esse pranto lave essa maldade
que te prende cativa ao lodo, à lama;
seja o Remorso uma dourada chama
que te arranque da vil escravidão
e eleve a Deus, à Regeneração!

Rimas do Além Túmulo
Versos Mediúnicos de Guerra Junqueiro
Grupo Espírita Roustaing - Belém do Pará 1929

O ÓDIO E O PERDÃO

Quando sentimos ódio de algo ou alguém, traçamos para nós
um caminho de atropelos e muita negatividade,
porque respiramos este sentimento de forma intensa
e inalamos a angustia, o rancor, a inimizade, a antipatia e a raiva.
Desta forma destruímos nossos objetivos de vida
e nos voltamos contra nós mesmos e não contra o que nos fez algum mal,
porque os maiores prejudicados sempre somos nós mesmos,
nos afastamos dos bons sentimentos para dar asas ao ódio
e ele começa então a comandar tudo em nossa vida,
perdemos o ponto de parar e refletir, não enxergamos
nada além do ódio em nossa frente.
Com o ódio somos capazes de destruir o que levamos muito tempo
para ser construído, basta apenas um comando do nosso pensamento
e lá estamos nós estacionados e a mercê desse sentimento
tão pequeno mais com um poder enorme de destruição.
Procure não alimentar o ódio em seu coração, não pense no mal,
pense no que pode fazer de bom e no que pode levar você adiante.
Se algo ou alguém te ferir profundamente, não se revolte,
não se deixe adoecer pelo ódio, permita-se perdoar
quantas vezes forem necessárias, porque somente o perdão
poderá ajudar a melhorar esse sentimento em você.
Busque no Amor, a sua paz interior, procure bons pensamentos
e principalmente procure Jesus como seu amigo.
Jesus nos deixou o Amor como objetivo de evolução e não o ódio.
www.gotasdepaz.com.br

A MALEDICÊNCIA E A PALAVRA


 
A palavra é uma forma de comunicação muito valiosa, através dela
podemos expor nossos sentimentos e pensamentos, mas muitas vezes
a utilizamos de forma indevida para acusar ou julgar o nosso semelhante,
sendo que deveríamos utilizá-la com vibrações coerentes com a verdade
e sempre buscando o bem.
Quando colocamos as palavras em nossa boca, somos responsáveis
pelo que estamos transmitindo, e uma vez dito temos
que arcar com as conseqüências.
Temos que ter muito cuidado quando nos enveredamos em conversas
a criticar o outro, porque poderemos ser criticados também.
Devemos tomar muito cuidado com os chamados “papos-furados”
só para passar o tempo, muitas vezes algo que pensamos
não fazer nenhum mal, nos coloca na teia da maledicência e nem percebemos.
Procuremos sempre conversas que nos tragam o aprendizado
e o nosso crescimento moral, busquemos boas vibrações
em nossas palavras, agindo assim teremos mais paz em nossa
consciência e melhor ainda, não estaremos jogando
conversa fora com o que não nos faz bem.
 
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CALMA DIANTE DAS SITUAÇÕES MAIS DIFÍCEIS


 

 


Muitas vezes nos deparamos com situações,
onde pela ausência da calma e da paciência
podemos causar ou agravar problemas de difícil reparação.
Qualquer que seja o momento difícil por que
estejamos passando, procuremos manter a calma,
pois somente assim teremos o controle da situação.
A calma nos dá o tempo necessário para raciocinarmos
e tomarmos a resolução mais sábia
e adequada diante de uma adversidade ou contratempo.
A calma é filha da sabedoria, por isso,
cultivemos em nós essa virtude, pois desse modo
poderemos evitar muitos aborrecimentos
e agravamento de situações já complicadas.
Ter calma é confiar na Providência Divina,
que não nos desampara jamais.
Confiemos, agindo pelo bem,
pois Jesus está ao nosso lado sempre!!!

 http://www.gotasdepaz.com.br

O HÁBITO DA QUEIXA

 


As queixas das adversidades da vida tornam-se um hábito quando os problemas
são vivenciados como se fossem os piores e únicos.
Quando o tratamento dos problemas é desviado para a queixa, nos tornamos
criaturas pessimistas e vivenciamos queixas e mais queixas formando em
nossa volta fluídos de negatividade nos tornando tristes,
angustiados e sem coragem para reagir.
A queixa nos faz descrentes da providencia divina e nos encaminha ao
desalento tornando-nos pessoas solitárias porque o mundo parece estar
contra nós, mas nos enganamos pensando assim, pois nós é que nos tornamos
nossos maiores adversários, estamos sempre na defensiva achando que nossas
dificuldades são maiores do que realmente são.
Não façamos da vida uma queixa sem fim, sejamos otimistas porque o hábito
da queixa nos afasta de Deus e da confiança que Ele sempre nos dá
para superarmos nossas dificuldades.
Antes de fazermos qualquer comentário negativo sobre a nossa vida,
devemos refletir muito a respeito, porque no momento em que nos colocarmos
a disposição da queixa afastamos de nós a força e a coragem para seguirmos
em frente, nos tornamos vítimas de nós mesmos.
Lembremos que se fizermos da nossa existência uma escola da queixa
estaremos negando a Deus a caminhada para a evolução.
Nos momentos difíceis façamos o exercício da prece elevando o pensamento
ao alto e confiemos na ajuda superior.
  FONTE:http://www.gotasdepaz.com.br/mensagem/2496/o-habito-da-queixa.html

segunda-feira, 30 de setembro de 2013

AS EQUIPES MEDIÚNICAS ESPÍRITAS

 
 
AS EQUIPES MEDIÚNICAS ESPÍRITAS

       As atividades das equipes mediúnicas nos Centros Espíritas são de fundamental importância para a solução de problemas psíquicos, desenvolvimento, educação da personalidade mediúnica e atendimento desobsessivo dos seus integrantes com uma perspectiva socorrista para os Espíritos sofredores e perturbadores que renteiam na esfera de ação dos encarnados.
         Todas as Instituições espíritas precisam destas atividades para manterem inclusive a coesão de pensamento nos ideais de enobrecimento das criaturas humanas, que se propõem a trabalhar pela causa do amor ao próximo e sofrem as investidas de Espíritos malévolos, empenhados em criar desentendimentos e malquerenças nas hostes espiritistas.
          Por esta razão, o bom senso recomenda que a prioridade na composição da primeira equipe mediúnica, de qualquer Centro espírita, deve recair sobre aqueles que fazem parte da Diretoria em exercício, presumindo-se que todos esses possuam conhecimento doutrinário razoável, vida moral sadia e estejam integrados às tarefas de promoção humana.
parte de um trecho de:
          Artigo da Autoria de José Ferraz, trabalhador da Mansão do Caminho, Salvador/Ba

TERAPIA PARA O STRESS

 
Terapia para o estresse
A crença na vida futura, por conseqüência, na imortalidade do Espírito e na sua destinação gloriosa, constitui a mais adequada autoterapia preventiva em relação ao estresse, bem como para a sua superação.
Isto porque, ultrapassando os limites imediatistas da existência orgânica, essa convicção dilata a perspectiva de felicidade, demonstrando que, não sendo conseguida de imediato, sê-lo-á, sem dúvida, um passo à frente, em ração da dilatação do tempo e da realidade no Mais Além, facultando realizações contínuas, ricas de experiências negativas e positivas que definem o rumo da plenitude.
Mediante essa atitude mental e emocional surge a alegria, em face de demonstrar que a dificuldade de hoje é o prelúdio da conquista de amanhã, qual ocorre com a flor que se estiola para libertar o fruto e a semente que nela jazem adormecidos.
Ao invés de uma existência linear, que se inicia no berço e termina no túmulo, essa decorre da vida em si mesma, que é preexistente e sobrevivente à disjunção molecular, resultando em aprendizagem contínua, na qual sucedem-se êxitos e aparentes fracassos que culminam em conquistas insuperáveis.
Ninguém consegue atingir qualquer meta que delineie sem passar por acertos e erros, elegendo os processos favoráveis e eliminando aqueles equivocados, sem desanimar, insistindo até a realização dos seus objetivos.
Desse modo, a fé no futuro acalma as aflições momentâneas sem o apoio do conformismo doentio, porém, proporcionando a coragem para vencer os impositivos perturbadores da atualidade.
Essa postura impede a instalação da ansiedade, em considerando-se a grandiosidade do tempo sem o imediatismo da ilusão. Ao mesmo tempo, enseja uma planificação de largo porte, sem os incômodos da angústia ou da precipitação.
As tensões, nada obstante, apresentam-se inevitáveis, em razão do curso dos acontecimentos que não pode ser detido. Superada uma ocorrência, logo outra acerca-se, isto quando não se atropelam na velocidade dos fenômenos humanos.
A maneira, porém, como são analisadas para serem aceitas, respondem pela emoção com que são enfrentadas.
Quando o individuo se educa na compreensão dos deveres que abraça, deduz de imediato, quantos esforços devem ser envidados, a fim de que  se consumem com eficiência os resultados em pauta. Programa, então, como enfrentar cada fase, a forma de executar cada tarefa, evitando-se a fadiga excessiva, o desgaste emocional, a irritabilidade que decorrem normalmente, da indisciplina e da rebeldia no trato e na convivência com as demais pessoas, com os deveres assumidos.
Quando ocorrem situações estressantes que são normais, de imediato cabe-lhe a renovação de idéias, a mudança de realização, a busca do refúgio na prece renovadora, que robustece de energias psíquicas e emocionais, vitalizando os sistemas físico e psicológico, momentaneamente afetados.
O ser humano necessita do trabalho que o dignifica, mas também do repouso que lhe renova as forças e faculta-lhe reflexões para bom e compensador desempenho.
Desse modo, é impositivo para a preservação ou conquista da saúde, que se estabeleçam períodos para férias, para relaxamento emocional, para mudanças de atividades, para exercícios físicos liberadores das tensões orgânicas e psicológicas,  agilizando o corpo mediante caminhadas, massagens, natação com a mente liberada dos problemas constritores.
É justo que o ser humano não olvide dos limites da sua condição de reencarnado, portanto sob imposições do carro orgânico, evitando os sonhos de super-homem, que alguns se atribuem.
Musicoterapia e socorro fraternal ao próximo, representam igualmente recursos valiosos para que a pessoa desencarcere-se da carga tensional e experimente alegria de viver e de servir, sentindo-se útil.
Ioga e meditação, acupuntura e outros recursos valiosos, denominados alternativos contribuem eficazmente para o relax, a renovação das energias gastas.
Sempre quando alguém se oferece ao Bem, ei-lo tocado pelos eflúvios da saúde e da harmonia, auto-realizando-se e aos demais ajudando.
A busca da beleza, sob qualquer aspecto considerada, contribui para o retorno ao bem-estar, superando o estresse e a inquietação.
Apesar desses recursos, se o paciente permanecer em transtorno por estresse, não deve adiar a assistência do psicoterapeuta, a fim de evitar a instalação de problemas neuróticos mais graves.
Esforçar-se por viver com alegria em qualquer conjuntura é terapia preventiva e libertadora para os males do estresse.

FRANCO, Divaldo. Conflitos Existenciais.  Pelo Espírito Joanna de Ângelis.  Salvador BA, LEAL 2005. p. 187-189.

PARÁBOLAS DE JESUS



Parábola é uma narrativa, imaginada ou verdadeira, que se apresenta com o fim de ensinar uma verdade. Difere do provérbio neste ponto: não é a sua apresentação tão concentrada como a daquele, contém mais pormenores, exigindo menor esforço mental para se compreender. E difere da alegoria, porque esta personifica atributos e as próprias qualidades, ao passo que a parábola nos faz ver as pessoas na sua maneira de proceder e de viver. E também difere da fábula, visto como aquela se limita ao que é humano e possível.
O emprego contínuo que Jesus fez das parábolas está em perfeita concordância com o método de ensino ministrado ao povo no templo e na sinagoga. Os escribas e os doutores da Lei faziam grande uso das parábolas e da linguagem figurada, para ilustração das suas homilias. Tais eram os Hagadote dos livros rabínicos. A parábola tantas vezes aproveitada por Jesus, no Seu ministério (Mc 4.34), servia para esclarecer os Seus ensinamentos, referindo-se á vida comum e aos interesses humanos, para patentear a natureza do Seu reino, e para experimen­tar a disposição dos Seus ouvintes (Mt 21.45; Lc 20.19). As parábolas do Salvador diferem muito umas das outras. Algumas são breves e mais difíceis de compreender. Algumas ensinam uma simples lição moral, outras uma profunda verdade espiritual.
Estas são as parábolas proferidas por Jesus:

01 – O Semeador
Mateus 13.5-8
02 – O Joio
Mateus 13.24-30
03 – O Grão de Mostarda
Mateus 13.31,32
04 – O Fermento
Mateus 13.33
05 – O Tesouro Escondido
Mateus 13.44
06 – A Pérola
Mateus 13.45,46
07 – A Rede
Mateus 13.47-50
08 – A Ovelha Perdida
Mateus 18.12-14
09 – O Credor Incompassivo
Mateus 18.23-35
10 – Os Trabalhadores da Vinha
Mateus 20.1-16
11 – Os Dois Filhos
Mateus 21.28-32
12 – Os Lavradores Maus
Mateus 21.33-46
13 – As Bodas
Mateus 22.1-14
14 – As Dez Virgens
Mateus 25.1-13
15 – Os Talentos
Mateus 25.14-30
16 – A Semente
Marcos 4.26-29
17 – Os Dois Devedores
Lucas 7.41-43
18 – O Bom Samaritano
Lucas 10.25-37
19 – O Amigo Importuno
Lucas 11.5-8
20 – O Rico Louco
Lucas 12.16-21
21 – A Figueira Estéril
Lucas 13.6-9
22 – A Grande Ceia
Lucas 14.16-24
23 – A Drácma Perdida
Lucas 15.8-10
24 – O Filho Pródigo
Lucas 15.11-32
25 – O Administrador Infiel
Lucas 16.1-9
26 – O Rico e Lázaro
Lucas 16.19-31
27 – Os Servos Inúteis
Lucas 17.7-10
28 – O Juiz Iníquo
Lucas 18.1-8
29 – O Fariseu e o Publicano
Lucas 18.9-1
4

O HOMEM DO BEM

A PAZ EM TI












"É muito importante a paz.
Governos a estalecem formentando guerras,gerendo pressões,submetendo as vidas que se estiolam sob jugos implácaveis.
A paz é imposta,desta forma,pelas armas,mediante a coação e depois negociada em gabinetes.
Vem de fora e aflige,porque é aparente.
faz-se delegal,mas nem sempre é moralizada.
Tem aparência das águas pantanosas,tranquilas na superfície,mias-
máticas e mortíferas da parte submersa.
assim se apresenta a paz do mundo:transtória,enganosa.
a paz legítima emerge coração feliz e da mente que compreenda,age,e confia.
Érealizada em clima de prece e de amor,porque, da consciência que se ilumina ante os impositivos das divinas leis,surge a harmonia que
fomenta a dinâmica da vida realizadora.
Essa paz não se turba, é permanente.Não se permite constrangimentos,nem se faz imposta.
Cada,homem a adquire a esforço pessoal,como coroamento da ação bem dirgida,objetivando ideias.
Não basta, no entanto, programar e falar da paz. Mas,visualizando-a, pensar em paz e agir pacificação,exteririzando-a de tal forma que ela estabele~ça onde estejas e com quem te encontres.
Seja a paz,na Terra o seu anseio, em oração constante, que se transforme em realização,operante como resposta de DEUS.
Orando pela paz, esse sentimento te invade, e o amor que DEUS se
irradia,anula todo e qualquer conflito que te domine momentaneam.
A paz em ti ajudará produzir a paz do mundo,"

 FONTE:

Paz em Ti - Joanna de Ângelis


A SEMEADURA


Há quem passe pelo bosque e só veja lenha para fogueira.”
(Leon Tolstoi)
                                                                                                     
O que importa é a experiência em prol do crescimento, não a punição, o castigo.

Dois náufragos estavam já havia uma semana numa ilha deserta. Abatidos pelo cansaço, estresse, sede e uma aguda fome, já pressentiam o pior. Um deles, mais desesperado, prostrou-se de joelhos à beira do mar e pôs-se a rezar, como já não fazia desde criança:

- Meu Deus, me ajude por favor. Não quero morrer. Mande-nos socorro. Sei que não tenho sido um ótimo cristão, mas prometo que se for salvo serei uma pessoa melhor. Não serei mais um egoísta, não trairei mais minha mulher, não serei um maledicente, doarei todos os meus bens para instituições de caridade.

- Ei, para! Gritou o outro náufrago.
- Para de te comprometer que lá vem um barco. Que figura.!

Adeptos ou não de uma teoria ou crença, todos nós temos uma visão do universo e sobre os fenômenos da vida. Essa visão é que explica os fatos e influencia diretamente sobre nosso modo de pensar e agir. Para muitos o que vale é o esforço do homem. Ele é o senhor do seu destino, independentemente de qualquer coisa. Para outros, somos reféns do destino, já nascemos com sorte ou azar, pouco ou nada importando nossos esforços. Muitos acreditam em milagres, na miraculosa intervenção divina em favor de nossas vidas. Outros ainda acham que o acaso é o senhor da vida e que procurar uma ordem ou razão superior para a vida é pura quimera.

Todas as crenças merecem respeito. Vejamos a visão espírita.

  Como funciona o universo?
  Ele é aleatório? Irracional?
  Muda conforme as circunstâncias?

Não, o universo não é aleatório, mas sábio e estável.

Em verdade, o universo é retributivo. Quer isso dizer que existem leis eternas e imutáveis que criam circunstâncias adequadas para a evolução espiritual, para que avancemos aprendendo. Uma dessas leis é a lei de causa e efeito.

A melhor explicação para esta lei está no evangelho: “a semeadura é livre, mas a colheita é obrigatória.”

Ou seja, nossas ações ecoam no universo que, por ser retributivo, devolverá à sua fonte de ação os efeitos - bênçãos ou sofrimentos - correspondentes. Não se planta pimenta para se colher morangos. A cada um segundo suas obras, ensinou Jesus.

A lei de causa e efeito está na base da Justiça Divina.

Não sem razão que Jesus advertiu Pedro, quando este quis reagir à sua prisão: “embainha tua espada Pedro, quem com a espada ferir, com a espada será ferido.”

Então você poderá me questionar:

  Se é assim, por que muitos criminosos levam a vida numa boa?
  Por que pessoas perversas não têm um fim com proporcional sofrimento?
  Por que tantas pessoas de bem são vitimadas por padecimentos atrozes?

Ninguém, absolutamente ninguém escapa da Justiça Divina e neste conceito entram as provas e as expiações, assunto a ser tratado noutro momento.

Quando se pratica uma ação, desencadeia-se uma reação retributiva no universo. Ou seja, provoca-se um efeito que inicia curso em direção à sua fonte de ação. Quando, como e através do que ou de quem este efeito se concretizará ninguém sabe dizer. Certo, apenas, é que ele virá, disso não há qualquer dúvida. Nem acaso, nem destino, retribuição.

Quanto a questão acima, importa entender que a Justiça Divina não se restringe ao plano material. Todos os dias, grupos mediúnicos acessam regiões de expurgo espiritual, onde os efeitos se fazem sentir sobre espíritos comprometidos com as leis divinas, que aprendem o preço das perversidades, do mal. De lá ecoam as vozes que descrevem a força da lei. Não, não é o inferno. Este conceito não está associado a um lugar geográfico, a chifres e chamas, mas ao estado de espírito do ser, feliz ou infeliz com sua condição.

Por isso Paulo, o grande apóstolo, ensinou com precisão: “tudo posso, mas nem tudo me convém.”

Da mesma forma, mas em sentido oposto, quando se pratica o bem, o universo não conspira não. Ele retribui. Por isso, Emmanuel, o guia de Chico Xavier, ensinou: o bem que fazes é teu advogado em todo lugar. Esse o sentido do buscai e achareis, princípio crístico que tem correspondência ao karma das tradições budistas e hinduístas, que em seu conceito oriental, sânscrito, corresponde à acto ou acção.

Três esclarecimentos são importantes para compreensão da dinâmica da lei de causa e efeito:

  Sobre as penas eternas;
  Sobre a lei de compensação;
  Sobre o caráter não linear da lei de causa e efeito.

Primeiro, cumpre esclarecer que não existem penas eternas. Ninguém é condenado ao céu ou ao inferno e de lá não sai mais. Isso seria negar a bondade e misericórdia divina.

Como viveria uma mãe no céu sabendo que seu amado filho foi condenado ao inferno eternamente?

Essa interpretação serviu para impor a fé pelo medo. Está ultrapassada. Através de outra lei, a da reencarnação, o espírito tem sucessivas chances, recebendo um corpo, uma família, um trabalho e as circunstâncias de sua vida, conforme “suas obras”. Esse conjunto de fatores e circunstâncias serão as mais adequadas à sua evolução. É sua nova chance.

Por exemplo, o prepotente reencarnará para ser provado em situações humilhantes, terá fracassos, decepções e freios à sua vaidade, cruzará recorrentemente com pessoas prepotentes – até pela lei de afinidade -, para aprender a ser humilde, manso, simples.

  O avaro:
- provará as necessidades, a pobreza, a perda de bens, para aprender o desapego.

O egoísta:- será golpeado em sua individualidade e personalismo, provará a solidão, o isolamento, precisará da ajuda de grupos, de equipes, para aprender o valor do conjunto, do repartir, do pensar no outro.

Cada um receberá do universo as condições ideais para que cresça. Na medida que se melhora, atrai pessoas e situações afins. Bem atrai o bem, mal atrai o mal. Logo, se aproveita sua nova chance, não precisará passar por tão duras provas e expiações. Assim é a dinâmica geral, com múltiplas variantes e combinações. Ou seja, não há penas eternas, a cada reencarnação, o aluno recebe as lições adequadas a seu grau de evolução.

Outro esclarecimento é que a lei de causa e efeito não é linear. Ou seja, se você fez alguém perder um braço, não necessariamente você perderá um braço.

Isso é lei do Talião: olho por olho, dente por dente. A lei de Deus é sábia e bondosa. O universo forja uma dinâmica onde o que importa não é devolver um castigo, uma punição, mas propiciar um crescimento. Quando Jesus advertiu Pedro para que embainhasse sua espada, referia-se ao valor moral de forma figurada. Quem pela espada (orgulho, por exemplo) ferir, pelo orgulho será ferido. A lei dá condições adequadas para que o espírito perceba e entronize, por sua própria vivência – maravilhosa ou tormentosa – as diferenças entre o bem e o mal para saber exercitar seu livre arbítrio. O que importa é a experiência em prol do crescimento, não a punição, o castigo.

Por fim, um derradeiro esclarecimento:

Ao contrário do que ensina o Budismo, o carma – resultado da lei de causa e efeito – não é irreversível. Deus, em sua bondade, permitiu-nos amenizar ou mesmo neutralizar o efeito que desencadeamos no universo através da lei de compensação. Podemos compensar nossos atos maus, com novos atos bons.

Por isso que Gandhi palestrou com precisão, que um homem que ama neutraliza milhões que odeiam e Jesus assinalou que o amor move montanhas. Não se reportava a um acidente geológico, mas a montanhas de “pecados”, os carmas que geramos. Há quem pense que, sendo assim, pode fazer o que quiser e depois praticar a caridade para compensar. São muitas as mensagens do plano espiritual que vaticinam que o que vale é a intenção. Caridade interesseira é nula.

O espírita-cristão, na medida que conhece a dinâmica do universo, melhor compreende a vida e, embora falível, pensa mil vezes antes de praticar atos que prejudiquem a si, ao próximo, à sociedade, à natureza, pois sabe que dispara efeito no universo que irá alcançá-lo, cedo ou tarde. Portanto, o mal que faz a outrem a si mesmo se faz. Por isso, luta para ser uma pessoa melhor, compreende que a vingança tem efeito bumerangue e lhe atrasa a evolução, aprende a se resignar e não reclamar das dificuldades, sabe que não existe injustiça e que podemos plantar nosso futuro, semeando agora.

Avalie o que você recebeu do universo até este momento e poderás ter superficial noção sobre o que você semeou. Examine o que você está fazendo na atual vida e poderás vislumbrar a futura retribuição que receberás.

Ah, e se você um dia ficar ilhado e for socorrido, não seja ingrato, agradeça, pois embora o universo não seja rancoroso, é sábio e retributivo.