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quinta-feira, 19 de junho de 2014

NÃO SE IRRITE

Foto: Luz Divina Luz ☆ ┊♥┊ ☆ Eu Vivo em Paz

UMA MENSAGEM PRA VOCÊ

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MISERICORDIA DIVINA

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A ÁGUA FLUÍDA

A água Fluída


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A água Fluída
“E qualquer que tiver dado só que seja um copo d’água fria por ser meu discípulo, em verdade vos digo que, de modo algum, perderá o seu galardão.” – Matheus 10:42.
Meu amigo, quando Jesus se referiu ao copo de água fria, em seu nome, não se reportava apenas a compaixão rotineira que sacia a sede comum. Detinha-se o Mestre no exame de valores espirituais mais profundos.
A água é um dos corpos mais simples e receptivos da Terra. É como a base pura em que a medicação do céu pode ser impressa através de recursos substanciais de assistência ao corpo e á alma, embora em processo invisível aos olhos mortais.
A prece intercessora e o pensamento de bondade representam irradiações de nossas melhores energias.
A criatura que ora ou medita, exterioriza poderes, emanações e fluidos que, por enquanto, escapam á analise da inteligência vulgar.
E a linfa potável recebe-nos a influenciação, de modo claro, condensando linhas de força magnética e princípios elétricos que aliviam e sustentam, ajudam e curam.
A fonte que procede do coração da Terra e a rogativa que flui do imo d'alma, quando se unem na difusão do bem, operam milagres.
O espírito que se eleva na direção do Céu é antena viva captando potenciais de natureza superior, podendo distribuí-las a beneficio de todos os que lhe seguem a marcha. Ninguém existe órfão de semelhante amparo.
Para auxiliar a outrem e a si mesmo bastam à boa vontade e a confiança positiva.
Reconheçamos, pois, que o Mestre, quando se referiu á água simples, doada em nome de sua memória, reportava-se ao valor da providencia a beneficio da carne e do espírito, sempre que estacione através de zonas enfermiças.
Se desejares, portanto, o concurso dos Amigos Espirituais, solução de tuas necessidades fisiopsíquicas ou nos problema de saúde e equilíbrio dos companheiros, coloca o teu recipiente de água cristalina, á frente de tuas orações, espera e confia.
O orvalho do Plano Divino magnetizará o liquido, com raios de bênçãos, e estará então consagrando o sublime ensinamento do copo de água pura, abençoado nos Céus. 

Livro: Segue-me – Médium: Francisco Cândido Xavier – pelo Espírito Emmanuel





“E qualquer que tiver dado só que seja um copo d’água fria por ser meu discípulo, em verdade vos digo que, de modo algum, perderá o seu galardão.” – Matheus 10:42.
Meu amigo, quando Jesus se referiu ao copo de água fria, em seu nome, não se reportava apenas a compaixão rotineira que sacia a sede comum. Detinha-se o Mestre no exame de valores espirituais mais profundos.
A água é um dos corpos mais simples e receptivos da Terra. É como a base pura em que a medicação do céu pode ser impressa através de recursos substanciais de assistência ao corpo e á alma, embora em processo invisível aos olhos mortais.
A prece intercessora e o pensamento de bondade representam irradiações de nossas melhores energias.
A criatura que ora ou medita, exterioriza poderes, emanações e fluidos que, por enquanto, escapam á analise da inteligência vulgar.
E a linfa potável recebe-nos a influenciação, de modo claro, condensando linhas de força magnética e princípios elétricos que aliviam e sustentam, ajudam e curam.
A fonte que procede do coração da Terra e a rogativa que flui do imo d'alma, quando se unem na difusão do bem, operam milagres.
O espírito que se eleva na direção do Céu é antena viva captando potenciais de natureza superior, podendo distribuí-las a beneficio de todos os que lhe seguem a marcha. Ninguém existe órfão de semelhante amparo.
Para auxiliar a outrem e a si mesmo bastam à boa vontade e a confiança positiva.
Reconheçamos, pois, que o Mestre, quando se referiu á água simples, doada em nome de sua memória, reportava-se ao valor da providencia a beneficio da carne e do espírito, sempre que estacione através de zonas enfermiças.
Se desejares, portanto, o concurso dos Amigos Espirituais, solução de tuas necessidades fisiopsíquicas ou nos problema de saúde e equilíbrio dos companheiros, coloca o teu recipiente de água cristalina, á frente de tuas orações, espera e confia.
O orvalho do Plano Divino magnetizará o liquido, com raios de bênçãos, e estará então consagrando o sublime ensinamento do copo de água pura, abençoado nos Céus.

Livro: Segue-me – Médium: Francisco Cândido Xavier – pelo Espírito Emmanuel

A FÉ E O DEVER

A fé e o dever

A fé em Deus é imensamente comum.
Embora sob distintas denominações e formas, a imensa maioria dos homens afirma crer na Divindade.
Contudo, seu agir e seu sentir nem sempre espelham essa crença.
Deus é a Suprema e Soberana Inteligência, ilimitado em Seus poderes e virtudes.
Ele é infinitamente poderoso, sábio, justo e bondoso.
Saber que a Divindade está no controle de tudo possui o condão de modificar a percepção de prioridades das criaturas.
Como a Justiça Divina é perfeita e impera no Universo, cada qual vive o que necessita e merece.
Assim, não é necessário passar a existência na intransigente defesa do próprio espaço.
Sem dúvida, não é viável ser ingênuo ou preguiçoso e deixar de cuidar de si.
Apenas não é necessário angustiar-se pelas contingências da vida.
Quem crê em Deus tem condições de desenvolver tranquilidade interior.
Afinal, é convicto de que o Soberano Poder impõe ordem no Universo.
Deposita fé na Bondade e na Justiça Divinas e sabe que sem a permissão Celeste nada ocorre.
Justamente por isso, a atenção do crente deixa de estar em seus direitos para residir em seus deveres.
Por saber que o mérito preside os destinos das criaturas, cuida de ser o melhor possível.
Tem fé no futuro, razão pela qual coloca os bens espirituais acima dos materiais.
Sabe que as vicissitudes da vida são provas ou expiações e as aceita sem murmurar.
Possuído do ideal da fraternidade, faz o bem sem esperar recompensas.
Encontra satisfação em ser útil e bondoso, em fazer ditosos os outros.
É benevolente para com todos, independentemente de credo, cor ou raça, pois sabe que todos os homens são filhos de Deus e seus irmãos.
Respeita as convicções sinceras dos semelhantes e não condena quem pensa diferente.
Quando ofendido, procura perdoar por compreender as dificuldades dos irmãos de jornada.
Jamais se vinga, ciente de que toda justiça repousa nas mãos do Criador.
É indulgente para as fraquezas alheias, por saber que também necessita de indulgência.
Não se ocupa dos defeitos alheios, mas dos seus.
Estuda as próprias imperfeições, a fim de se melhorar.
Consciente do olhar de Deus sobre si, cuida de ser digno em todos os momentos de sua vida, mesmo os mais íntimos.
Usa, mas não abusa, de seus bens, por ser consciente de que são apenas empréstimo da Divindade.
Utiliza seu tempo livre em atividades úteis, fazendo-se um agente do progresso no mundo.
Talvez esses deveres pareçam excessivos, mas não representam um peso para quem realmente acredita em Deus.
Constituem consequência natural da certeza da existência de um Ente Superior, pleno de Bondade, Justiça e Poder.
Pense nisso.


Redação do Momento Espírita, com base no

item 3 do cap. XVII do livro O Evangelho segundo

o Espiritismo, de Allan Kardec, ed. Feb.

BUSCAI E ACHAREIS


Buscai e achareis

Há uma passagem no Evangelho na qual Jesus afirma: Buscai e achareis.
É interessante notar que a atividade consistente em buscar pressupõe um certo esforço.
Quem procura alguma coisa movimenta os recursos de que dispõe para encontrá-la.
A promessa do Cristo é que quem procura acha.
Assim, resta a cada um analisar qual é a sua busca pessoal.
A liberdade rege o Universo e cada alma decide o caminho que deseja trilhar.
Caso a criatura se encante pelas ilusões mundanas, terminará por vivê-las, em alguma medida.
O resultado varia conforme os meios de que estiver disposta a lançar mão e o esforço que despender.
Tudo tem um custo na vida, inclusive a preguiça e a inércia.
Quem opta pelo comodismo arca com o elevado preço das oportunidades desperdiçadas.
Considerando a efemeridade da vida humana, convém refletir bem a respeito do que se elege por meta.
O que realmente compensa buscar com afinco?
Alguns gastam suas energias para enriquecer.
Contudo, as incertezas do mundo dos negócios por vezes causam dolorosas surpresas.
Ainda que um homem logre enriquecer, ele não poderá levar a própria fortuna ao morrer.
Fatalmente deixará seus haveres para trás, ao retornar para a pátria espiritual.
Assim, conquanto nobres e necessárias, as atividades econômicas não constituem a razão do existir.
A vida é triunfante e jamais se acaba, mas a experiência do corpo físico não dura mais do que algumas décadas.
Justamente por isso, tudo o que se liga à matéria constitui apenas instrumento para realizações maiores.
Não é sensato confundir os meios com os fins, sob pena de preparar amargas surpresas para si próprio.
Constitui desatino comprometer a própria dignidade em troca de gozos fugazes.
Os valores e os êxitos mundanos ficam no caminho.
Entretanto, a consciência o Espírito leva consigo aonde quer que vá.
Na carne ou fora dela, não pode se livrar de si próprio..
Ciente disso, reflita sobre suas opções.
O que você incessantemente busca, com quais objetivos gasta suas energias?
Dentro de cem anos, suas metas atuais terão alguma relevância?
Sem olvidar suas responsabilidades humanas, não seria mais sensato cuidar de seus interesses imortais?
Você achará o que procurar, assevera o Evangelho.
Pode ser que o salário de suas buscas sejam roupas caras, passeios e gozos os mais diversos.
Nessa hipótese retornará ao plano espiritual na condição de um mendigo.
Mas pode optar por ser alguém generoso e de hábitos puros, um autêntico alento para seus irmãos de jornada.
Se resolver buscar com afinco sua libertação de vícios e mediocridades, fatalmente atingirá essa meta.
O resultado será uma dignidade espiritual que o acompanhará para sempre.
Pense nisso.

Redação do Momento Espírita.
Em 26.11.2009.
 

AS VEZES .....

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